Coluna

Thiago de Aragão: China traça 6 estratégias para pós-covid que afetam EUA e Brasil

Dólar abre em alta de 0,15%, cotado a R$ 1,97

O último dia do mês de janeiro deverá ser marcado por muita volatilidade no mercado de dólares doméstico, segundo estão esperando os operadores de câmbio. O dólar, que abriu a 4ªF em alta de 0,15%, a R$ 1,97, deverá operar com um pé no mercado interno e outro no mercado externo. No fronte interno, pelo menos nas primeiras duas horas de negócios, o que ditará as coordenadas do câmbio será a briga entre os participantes do mercado para a formação da Ptax (taxa ponderada) que será usada para a liquidação dos contratos futuros de dólares que vencem amanhã, dia 1º, na BM&F. Ontem, o embate em torno da Ptax estava sendo vencido pelos que gostariam de vê-la para baixo. Essa tendência ganhou ainda mais força com a cassação pela Justiça da liminar que impedia a continuidade do processo de privatização da Banda C do Serviço Móvel Pessoal (SMP). A realização do leilão significa, teoricamente, que se pode entrar no Brasil uma quantidade elevada de dólares. "A volatilidade que é normal no último dia do mês, poderá ser potencializada pelo Fed e pelo PIB dos EUA, do quarto trimestre do ano passado", disse um operador. Este profissional acredita que o volume no mercado de câmbio poderá até triplicar neste dia que deverá ser marcado por forte volatilidade do dólar. No fronte externo, os olhos do mercado deverão estar voltados para os EUA. Hoje, no final da tarde, o Fed vai anunciar a decisão do FOMC com relação à taxa de juros básica dos EUA. O PIB é um indicador importante dos EUA que também deverá mexer com o mercado.

Agencia Estado,

31 de janeiro de 2001 | 10h11

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