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Dólar atinge menor valor desde setembro de 2000

Na mínima do dia, a moeda norte-americana chegou a ser negociada a R$ 1,838, menor nível em 7 anos

REUTERS

27 de setembro de 2007 | 10h48

A entrada de capitais no País em meio ao cenário externo positivo e as apostas no mercado futuro pela valorização do real faziam o dólar cair para o menor nível desde 2000 nesta quinta-feira, 27.   Às 10h07, a moeda norte-americana recuava 0,32%, para R$ 1,841. Na mínima do dia, a divisa chegou a ser negociada a R$ 1,838, menor nível desde setembro de 2000.   A queda do dólar era determinada pelo ingresso de recursos no país, que segue em meio à tranqüilidade no exterior. As bolsas européias operavam em alta, e os índices futuros em Nova York apontavam para abertura positiva em Wall Street.   Ao longo do dia, o mercado deve reagir a uma série de indicadores relacionados ao mercado imobiliário e ao número de pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos, que caiu para o menor nível em 4 meses.   Mas, "enquanto o mercado lá fora continuar com esse otimismo, (com) bolsa subindo, não tem notícia ruim que faça reverter essa tendência" do dólar, disse Ana Cristina Mori, gerente de operações do Banco Rendimento.   O fluxo cambial positivo, de acordo com agentes de mercado, tem se reforçado nas últimas sessões, acompanhando o alívio global após o corte de juro nos Estados Unidos na semana passada. Até o dia 19, porém, o País registrava saída líquida de dólares.   Além disso, a sessão continua a assistir à disputa pela formação da última Ptax (taxa média do dólar) do mês, que será definida na sexta-feira. A taxa, calculada pelo Banco Central, é usada para a liquidação de contratos futuros em vencimento e também como referência para os ajustes dos contratos de swap.   A disputa tradicionalmente ocorre no final de cada mês. Os investidores que têm dólares vendidos no mercado futuro tentam derrubar a cotação da moeda para garantir que a venda feita com antecedência tenha sido realizada a uma taxa mais alta - e mais vantajosa. Em contrapartida, os agentes que têm dólares comprados no futuro operam para elevar a cotação.   De acordo com Miriam Tavares, diretora de câmbio da AGK Corretora, "por enquanto as apostas majoritárias são de queda do dólar no curto prazo, o que contribui para reforçar as posições dos interessados em empurrar as cotações ainda mais para baixo."

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