Dólar cai 0,77% e fecha a R$ 1,8130

Ingresso de recurso estrangeiro faz moeda atingir menor preço desde 5 de agosto de 2009; juros futuros sobem

Taís Fuoco, Denise Abarca e Claudia Violante, O Estadao de S.Paulo

15 de setembro de 2009 | 00h00

O dólar voltou a fechar em baixa ontem, embora tenha iniciado as operações dando continuidade ao sinal positivo registrado na última sexta-feira. A tensão inicial foi gerada pelo impasse comercial entre Estados Unidos e China. No final de semana, o governo Barack Obama elevou as tarifas sobre os pneus importados da China e Pequim respondeu à medida com a abertura de investigação sobre acusações de importação desleal de produtos automotivos e aviários norte-americanos. Na máxima cotação do dia, o dólar foi a R$ 1,8320, mas a melhora do cenário externo na sessão e o ingresso de recursos levaram a vendas de moeda e o dólar terminou a R$ 1,813 no balcão, o menor preço desde 5 de agosto. Na BM&F, o dólar recuou 0,79%, a R$ 1,8125. Em dia de poucos negócios, os juros futuros terminaram levemente pressionados, captando influência do aumento dos juros dos Treasuries. O contrato mais líquido, de janeiro de 2011, fechou a 9,68%. Nesta segunda-feira, primeiro aniversário do banco Lehman Brothers - considerado marco da imersão da crise global - a Bovespa fechou na máxima pontuação do dia - e também do ano - aos 58.867,55 pontos. Subiu 0,86%.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.