Coluna

Thiago de Aragão: China traça 6 estratégias para pós-covid que afetam EUA e Brasil

Dólar cai a R$ 1,842 com EUA e IED

Notícias de fusões e aquisições e balanços norte-americanos impulsionam Bolsas; juros futuros ficam estáveis

Silvana Rocha, Claudia Violante e Denise Abarca, O Estadao de S.Paulo

24 de julho de 2007 | 00h00

O dólar à vista fechou, ontem, no menor valor desde 14/9/2000, a R$ 1,842 na BM&F (-0,81%) e no balcão (-0,75%). A queda foi induzida pelas firmes altas das Bolsas nos EUA e em São Paulo e o recorde de ingressos de Investimento Estrangeiro Direto no País em junho (US$ 10,318 bilhões). Por isso, a compra pelo Banco Central de US$ 750 milhões não conteve a baixa. Os mercados de ações subiram com notícias sobre fusões e aquisições no setor de petróleo e resultados de empresas farmacêuticas. A ausência de fatos novos sobre o mercado de hipotecas estimulou vendas de títulos dos EUA e compra de dólar lá fora. Aqui, a Bovespa subiu 1,03%, para 58.036,8 pontos. O juro de janeiro 2010 ficou em 10,77%. E o risco Brasil subiu a 169 pontos. O discurso do ex-presidente do Fed Alan Greenspan, hoje, pode mexer com os mercados.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.