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Dólar cai ante ao iene após dados dos EUA e da China

O dólar se consolidou acima dos 103 ienes durante a sessão asiática nesta segunda-feira após dados de emprego dos Estados Unidos vierem mais fortes do que o esperado, o que impulsionou a divisa norte-americana frente as outras moedas.

AE, Agencia Estado

10 de março de 2014 | 07h49

A economia dos EUA criou 175 mil empregos em fevereiro, acima dos 152 mil novos postos de trabalho previstos pelos economistas consultados pelo The Wall Street Journal. A taxa de desemprego subiu para 6,7% no segundo mês do ano, de 6,6% em janeiro.

Na sexta-feira, os números impulsionaram o dólar frente ao iene. A moeda norte-americana chegou a operar a 103,77 ienes, o maior nível desde 23 de janeiro. Na sessão de hoje, o desempenho do índice Nikkei pesou sobre o par.

A Casa Branca comunicou que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, se reunirá com o primeiro-ministro da Ucrânia, Arseni Iatseniuk, em Washington nesta quarta-feira e alertou que novos passos em direção a integração da Crimeia a Rússia estabeleceria uma maior pressão econômica e diplomática sobre Moscou.

Mais cedo, foi publicado indicador que mostrou que as exportações chinesas caíram 18,1% em fevereiro ante mesmo período do ano anterior, bem abaixo da alta de 5% esperada pelos economistas.

Às 5h21 (de Brasília), o dólar operava a 103,22 ienes, de 103,30 ienes no fim da tarde de sexta-feira. No mesmo momento, o euro era negociado a 143,34 ienes, de 143,32 ienes, e a US$ 1,3887, de US$ 1,3876. Fonte: Dow Jones Newswires.

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