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Dólar comercial abre em baixa de 0,36%, a R$ 1,673

Hoje é o último dia para a formação da Ptax, taxa calculada pelo Banco Central  que serve de referência para a liquidação dos contratos futuros de câmbio

Márcio Rodrigues, da Agência Estado,

30 de dezembro de 2010 | 10h03

O dólar comercial abriu o dia em baixa de 0,36%, negociado a R$ 1,673 no mercado interbancário de câmbio. No pregão de ontem, a moeda americana recuou 0,71% e foi cotada a R$ 1,679 no fechamento. Na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), o dólar com liquidação à vista abriu em queda de 0,98%, a R$ 1,675.

Hoje, o dólar vive mais um dia de enfraquecimento ante as demais moedas. No Brasil, o cenário não é diferente, mas com um agravante: a Ptax. Hoje é o último dia para a formação da taxa, calculada pelo Banco Central (BC) e que serve de referência para a liquidação dos contratos futuros de câmbio. Segundo um operador, isso pode pressionar ainda mais o dólar ante o real, uma vez que o "mercado pode ter a intenção de fazer uma taxa um pouco mais baixa". A liquidez, porém, deve seguir reduzida.

No exterior, os investidores acompanham de perto os dados a serem divulgados nos Estados Unidos. Às 11h30 (horário de Brasília), serão divulgados os pedidos de auxílio-desemprego na semana até 25 de dezembro. Mais tarde, às 12h45, sai o índice dos gerentes de compra ISM sobre atividade na área regional de Chicago. Às 13 horas, serão anunciadas as vendas pendentes de moradias no país. Durante a tarde, às 14 horas, saem os estoques de petróleo bruto e derivados na semana até 24 de dezembro. "A depender de como vierem esses dados, pode haver uma pressão ainda maior sobre o dólar", diz um analista.

Na semana que começou sob o impacto de elevação das taxas de juros na China, os dados sobre a atividade no país asiático surpreendem negativamente. O Índice dos Gerentes de Compras Industriais do HSBC China recuou para 54,4 em dezembro, ante 55,3 em novembro. O HSBC Holdings não forneceu números específicos para os subíndices do PMI, mas destacou que os componentes de preços ao produtor e ao consumidor recuaram em dezembro, o que indica uma elevação mais lenta dos preços.

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