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Dólar em ligeira alta a espera do Copom

As expectativas em torno da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) e a atitude que o Banco Central (BC) deve tomar em relação aos cerca de 16% que restam para rolar do vencimento de amanhã (total de US$ 2,4 bilhões) são os assuntos de destaque do dia para o mercado de câmbio. Com isso, a expectativa é de que a trajetória da moeda norte-americana permaneça próxima à estabilidade, ou em pequena alta, nos primeiros negócios.Isso porque a maioria dos analistas considera que a parcela já realizada da rolagem de dívida cambial foi um sucesso, tanto pela demanda, quanto pelas taxas, mas isso teria sido totalmente computado ontem. Eles avaliam ainda que a maior probabilidade para os 16% restantes seja o resgate, fato que tiraria um pouco o fôlego para novas quedas das cotações. Na abertura dos negócios de hoje, às 9h50, o dólar comercial estava sendo vendido a R$ 3,5700, em alta de 0,28% em relação ao fechamento de ontem. Veja aqui a cotação do dólar dos últimos negócios.Em relação ao outro tema do dia, a reunião do Copom, as expectativas da maioria são em torno de uma alta da taxa de juros referencial da economia, a Selic. Os especialistas consideram que essa seria a atitude mais correta para que o governo sinalize que não abandonou o objetivo de manter a inflação sob controle. Alguns dias atrás, os especialistas chegaram a afirmar que, se não houver alta de juro, o dólar pode voltar a mostrar tendência de alta, com o mercado avaliando que as metas de inflação foram mesmo deixadas de lado. Os outros fatos que devem chamar a atenção do mercado hoje são as reuniões da missão do Fundo Monetário Internacional (FMI) que está no Brasil para a primeira revisão do acordo assinado em agosto. A missão deve encontrar-se com o presidente do BC, Armínio Fraga, e os diretores Luiz Fernando Figueiredo (Política Monetária), Ilan Goldfajn (Política Econômica) e Beny Parnes (Assuntos Internacionais). Também haverá um encontro entre o diretor-assistente do Departamento do Hemisfério Ocidental do FMI, Lorenzo Perez, e o coordenador da equipe do PT na transição de governo, Antonio Palocci.

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