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Dólar em ligeira queda após elevação da Selic

Depois de o Comitê de Política Monetária (Copom) ter confirmado as expectativas do mercado sobre um aumento da taxa referencial da economia, a Selic, que ontem passou de 21% ao ano para 22% ao ano, sinalizando, como esperava o mercado, que o controle da inflação continua sendo a prioridade da política econômica nacional, o clima de trégua deve continuar no mercado de câmbio. A expectativa é de que os primeiros negócios girem em torno da estabilidade, com a trajetória das cotações definindo-se no decorrer do dia ao sabor do fluxo de recursos e do noticiário político. Os profissionais de mercado ouvidos pela Agência Estado, antes do início dos negócios nesta manhã, avaliavam que a demanda por dólares no mercado à vista deve continuar pequena, como vem acontecendo nos últimos dias. E eles acreditam que, se o volume de exportações continuar forte, o dólar pode dar seqüência à tendência de queda dos últimos dias. Porém, não descartam uma realização de lucro no início do dia, já que a desvalorização acumulada abre espaço para isso. Lembram também que o baixo volume de operações e as inseguranças naturais de um período de transação política ainda mantêm o mercado sensível. Com isso, não se descartam oscilações fortes e rápidas, como ocorreu ontem, quando o presidente nacional do PT, José Dirceu, frustrou o mercado ao negar a possibilidade de o presidente do BC, Armínio Fraga, ficar no cargo nos primeiros seis meses de governo Lula. AberturaNa abertura dos negócios de hoje, às 9h56, o dólar comercial estava sendo vendido a R$ 3,5100, em queda de 0,14% em relação ao fechamento de ontem. Veja aqui a cotação do dólar dos últimos negócios. No mercado de juros, os contratos de DI futuro com vencimento em janeiro, negociados na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), pagam taxas de 22,700% ao ano, frente a 22,600% ao ano na quinta-feira.

Agencia Estado,

21 de novembro de 2002 | 10h03

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