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Dólar em queda, mas mercado atento ao Iraque

É esperado para o início desta semana a continuidade do comportamento positivo registrado na maior parte do dia na última sexta-feira. Na abertura dos negócios, às 9h56, o dólar comercial estava sendo vendido a R$ 3,5150, em queda de 0,99% em relação ao fechamento de sexta-feira. Veja aqui a cotação do dólar dos últimos negócios. A expectativa, porém, é de que a liquidez continue baixa devido ao feriado do mercado norte-americano nesta segunda-feira com o "Dia do Veterano".O clima geral mais positivo no mercado doméstico deve se refletir na nova tentativa do Banco Central de fazer uma rolagem parcial dos contratos atrelados à variação do câmbio que vencem no dia 14, próxima quinta-feira. O resultado final do leilão sairá a partir das 14h30. Na sexta, o BC foi bem sucedido na primeira tentativa de rolagem. Foram colocados no mercado US$ 637,8 milhões, 70% do total ofertado e 34,8% do vencimento de US$ 1,9 bilhão em contratos do dia 14.Apesar do cenário doméstico de curto prazo ser considerado positivo, o quadro externo, que piorou na sexta com a dura resolução dos EUA, aprovada na ONU, contra o Iraque, continua inspirando cuidados. O petróleo volta registrar alta forte, enquanto investidores aguardam decisão do parlamento iraquiano sobre a resolução da ONU. Alguns analistas acham difícil o Iraque cumprir os duros termos exigidos pelos EUA e que a guerra tornou-se praticamente inevitável. Jornais hoje informam que a Casa Branca já aprovou um plano de ataque ao território Iraquiano.A não ser que haja um abalo muito forte e generalizado nos mercados mundiais, o que não é o caso desta manhã, operadores acreditam que o câmbio ainda poderá ter um desempenho positivo, embora algo contido, como ocorreu na tarde de sexta. Uma retomada mais forte do otimismo continua sendo condicionada a definições mais claras sobre o novo governo, como a indicação da equipe econômica, mas o viés é considerado favorável. Quanto à revisão do acordo com o FMI, que deve começar a ser discutida com a chegada hoje da equipe do Fundo ao Brasil, não há grandes expectativas. O governo brasileiro, tanto o atual quanto a equipe de Lula, deve resistir a um aumento do superávit primário.

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