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Dólar fecha estável por desmonte de posições e piso psicológico

Em uma sessão volátil, o dólar fechou estável nesta sexta-feira, à medida que um desmonte de posições compradas foi contrabalançado pelo fato de a moeda ter chegado no que se classificou de piso psicológico.

REUTERS

13 de março de 2009 | 17h06

O dólar encerrou a 2,301 reais para venda, um dia depois de ter exibido o maior recuo percentual desde o fim de janeiro. Na semana, a divisa acumulou desvalorização de 3,44 por cento.

"Os vendedores (de dólares) estavam mais agressivos no período da manhã", momento em que a moeda registrou uma baixa mais firme, disse Luiz Piason, gerente de operações de câmbio da Corretora Concórdia. .

Pouco antes do começo da tarde, no entanto, a moeda norte-americana passou a registrar leve oscilação positiva. O dólar encontrou um "ponto de suporte, o que impediu uma continuação da queda", explicou Piason. Esse piso esztaria ao redor de 2,300 reais.

A volatilidade nas cotações do câmbio doméstico refletem as contínuas incertezas nos mercados externos.

"O mercado não dá consistência a movimento algum, ele está funcionando no dia-a-dia", resumiu Piason.

Minutos antes do fechamento, os índices das bolsas de valores dos Estados Unidos operavam em alta, após exibirem volatilidade durante todo o pregão. No Brasil, o principal índice da Bovespa exibia discreta desvalorização.

Segundo os dados mais atualizados da BM&F, o volume de dólar à vista negociado somava cerca de 1,9 bilhão de dólares, abaixo da média mensal de 2,6 bilhões de dólares.

(Reportagem de José de Castro)

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