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Dólar fecha no menor nível desde junho de 2002

O dólar comercial fechou em queda de 0,86% na mínima do dia e no nível mais baixo desde 17 de junho de 2002 (R$ 2,663), cotado nesta quarta-feira a R$ 2,667. Um firme fluxo comercial e financeiro positivo à tarde chamou o Banco Central à compra, mas o dólar à vista não parou de cair depois do leilão. O recuo do risco Brasil, que às 17h50 caía 7 pontos-base para 373 pontos-base, também foi levado em conta pelo mercado. Na sexta-feira, o mercado de câmbio só poderá fechar operações entre as próprias instituições financeiras. Não haverá negócios entre clientes, instituições financeiras no exterior e transferências para posição especial (importação/exportação). BovespaNo encerramento dos negócios, a Bolsa paulista registrava valorização de 0,17%, somando 26.161 pontos, mais um recorde em pontuação do Ibovespa. Na máxima do dia, a bolsa chegou a subir 0,49%. O volume financeiro, por sua vez, caiu ainda mais. Ficou em minguados R$ 822 milhões, um pouco acima dos R$ 791 milhões registrados ontem e abaixo dos R$ 974 milhões da segunda-feira. Para esta quinta-feira, último pregão do ano, os operadores esperam um giro ainda mais reduzido. Petróleo em alta No mercado externo, o petróleo deu uma guinada no comportamento de baixa apresentado logo após os dados sobre os estoques americanos na última semana. Os contratos futuros passaram a subir após a notícia de várias explosões ocorridas na Arábia Saudita, o maior exportador de petróleo do mundo. Às 17h51, o contrato do tipo cru para fevereiro subia mais de 4%, cotado em US$ 43,64 por barril (+4,48%).Na Nymex, os contratos de petróleo para fevereiro fecharam a US$ 43,64 por barril, em alta de US$ 1,87 (4,48%). Na IPE, os contratos do Brent para fevereiro fecharam a US$ 39,17 por barril, em queda de US$ 0,90 (2,25%), com mínima em US$ 38,40 e máxima em US$ 39,60.

Agencia Estado,

29 de dezembro de 2004 | 19h30

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