Coluna

Thiago de Aragão: China traça 6 estratégias para pós-covid que afetam EUA e Brasil

Dólar opera em baixa com atuação do BC

A instabilidade foi muito forte no mercado financeiro durante a manhã. As incertezas internas em relação às conseqüências da falta de energia no País e os desdobramentos que a crise política ainda pode ter são problemas sem uma solução no curto prazo. A falta de um horizonte mais claro sobre essas questões faz com que os investidores aumentem o volume de dólares em carteira. Esse cenário provocou uma escalada de alta das cotações do dólar durante a manhã e, para contê-la, o Banco Central vendeu 2 milhões de títulos cambiais (NBC-E), com vencimento em 14 de março de 2002. Na máxima, a moeda americana chegou a ser cotada a R$ 2,3750 - alta de 1,11% acima do fechamento de ontem. Há pouco, o dólar estava cotado a R$ 2,3420 na ponta de venda dos negócios - queda de 0,30% em relação aos últimos negócios de ontem (veja mais informações no link abaixo).Na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), o clima também é de instabilidade. No início da tarde, o Ibovespa - índice que mede a valorização das ações mais negociadas na Bolsa - estava com baixa de 1,23%. Os contratos de juros de DI a termo - que indicam a taxa prefixada para títulos com período de um ano - pagam juros de 22,650% ao ano, frente a 22,700% ao ano ontem.

Agencia Estado,

25 de maio de 2001 | 15h18

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