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Dólar passa a tarde em alta, mas perde força e fecha estável

Moeda americana oscilou entre baixas e altas e acabou repetindo a cotação do dia anterior: R$ 2,22

Claudia Violante, Agência Estado

16 de julho de 2014 | 17h13

O dólar abriu em baixa, influenciado pelos dados da China, mas os números negativos do fluxo cambial da última semana e o cenário externo empurraram a moeda para cima durante a tarde. A alta, no entanto, perdeu fôlego e a moeda terminou estável, a R$ 2,2220. Na mínima, registrou R$ 2,2140 e, na máxima, R$ 2,2280. No mercado futuro, o dólar para agosto avançava 0,09%, a R$ 2,2305 às 16h30. O fluxo negociado no mercado à vista totalizava US$ 1,309 bilhão sendo US$ 1,098 bilhão em D+2. 

Pela manhã, os números da China impulsionaram as moedas de países exportadores de commodities, como o real. Pequim anunciou que o PIB chinês do segundo trimestre subiu 7,5% ante +7,4% previstos, enquanto a produção industrial avançou 9,2% em junho ante junho de 2013, ante +9% das projeções.

O viés de baixa da manhã também foi influenciado pelo leilão diário de swap do Banco Central (equivalente à venda de dólares no mercado futuro), no qual vendeu 4 mil contratos (US$ 198,6 milhões).

À tarde, no entanto, a moeda virou para cima com os números do fluxo cambial e depois que fechou a coleta da Ptax. O BC informou que o fluxo cambial ficou negativo em US$ 5,427 bilhões em julho até dia 11. No acumulado do ano até 11 de julho, o fluxo está negativo em US$ 1,280 bilhão e, na segunda semana do mês, também ficou negativo, em US$ 3,819 bilhões.

O Broadcast apurou que a saída aconteceu porque um grande banco brasileiro deixou de rolar uma operação no exterior neste início de julho. Ou seja, acabou quitando essa obrigação fora do País e, para isso, moedas deixaram o Brasil, puxando o dólar para cima.

A captação de US$ 500 milhões em bônus de 10 anos pela Caixa não chegou a afetar o mercado doméstico. De acordo com fontes, os bônus foram colocados a 7,25%, mesmo nível da taxa de referência anunciada esta manhã.

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