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Dólar rompe piso psicológico, mas volta e fecha a R$1,701

Apesar da pequena variação no dia, a cotação de fechamento é a menor desde 3 de setembro de 2008

SILVIO CASCIONE, REUTERS

15 de outubro de 2009 | 16h50

O dólar chegou a romper o patamar de R$ 1,70 pela primeira vez em mais de um ano, mas acabou fechando a quinta-feira a R$ 1,701 real, em baixa de 0,18%. Foi a quinta queda consecutiva da moeda norte-americana. Apesar da pequena variação no dia, a cotação de fechamento é a menor desde 3 de setembro de 2008.

Em um dia volátil nos mercados internacionais, prevaleceu a expectativa de boa parte do mercado que abre posições vendidas em dólar e aumenta a oferta da divisa enquanto espera a chegada de ainda mais recursos ao país.

Segundo Sidnei Nehme, diretor-executivo da NGO Corretora, o dólar operou com volatilidade em meio ao desconforto internacional com números díspares sobre os Estados Unidos, "embora tenham ocorrido resultados acima do previsto de bancos e indicadores melhores na área do desemprego e de vendas". Para ele, houve "um movimento de realização de lucros".

Entre os dados norte-americanos divulgados nesta sessão, o número de pedidos de auxílio-desemprego caiu para o menor nível desde a primeira semana do ano, a atividade manufatureira foi ao maior nível em cinco anos em Nova York e o núcleo do índice de preços ao consumidor teve alta ligeiramente maior que o previsto.

Por outro lado, a atividade manufatureira do Meio-Atlântico, segundo o Federal Reserve da Filadélfia, teve expansão menor que o estimado em outubro. No fim da tarde, porém, o preço das commodities começou a subir e ajudou a empurrar o dólar para baixo.

O índice Reuters-Jefferies de commodities tinha alta de 1,4 por cento no final da tarde. Ante uma cesta com as principais moedas, o dólar exibia leve queda.

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