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Thiago de Aragão: China traça 6 estratégias para pós-covid que afetam EUA e Brasil

Dólar segue agravamento da cena externa e dispara na abertura

O dólar tinha forte alta de 2,90 porcento na primeira hora de negócios desta quinta-feira, depoisde ter disparado 4,43 por cento nos primeiros minutos,acompanhando o agravamento da tensão no exterior em meio àcrise na maior casa hipotecária dos Estados Unidos. A moeda norte-americana era cotada a 2,090 reais perto das9h40. A Countrywide Financial informou nesta quinta-feira queestá usando toda uma linha de financiamento de 11,5 bilhões dedólares para aumentar sua liquidez e acelerar os planos demover os negócios de hipoteca para sua unidade CountrywideBank. As ações da empresa caíam mais de 17 por cento no pregãoeletrônico. O Ibovespa futuro caía cerca de 4 por cento nestaquinta-feira, diante de um cenário externo bastante negativo,com mais notícias sobre crédito ampliando a aversão ao risco nomundo. Declarações do presidente do Federal Reserve de St. Louis,William Poole, de que não há necessidade de o banco centralfazer um corte emergencial nas taxas de juros, adicionavapressão ao mercado. Os spreads de emergentes medidos pelo EMBI+ subiam 18pontos-básicos esta manhã, para 240 pontos-básicos, maior níveldesde o final de 2005. Na Europa, o índice FTSEurofirst 300 perdia quase 3 porcento e os futuros de Wall Street também apontavam queda. "Refletindo os movimentos generalizados de queda, a Bovespadeve acompanhar o rumo e amargar mais algumas perdas", afirmoua corretora Fator em relatório. (Por Silvio Cascione e Juliana Siqueira)

REUTERS

16 de agosto de 2007 | 11h54

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