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Dólar segue mercado externo e fecha em alta pela 6ª vez

Acompanhando queda da Bovespa, moeda norte-americana fecha em R$ 1,616; em 6 dias, alta é de 3,46%

Reuters,

11 de agosto de 2008 | 16h52

O dólar manteve a seqüência de valorização e fechou em alta pela sexta sessão consecutiva nesta segunda-feira, 11, acompanhando o movimento dos mercados internacionais de câmbio e o recuo da Bolsa de Valores de São Paulo. A moeda norte-americana subiu 0,50%, a R$ 1,616, acumulando ganho de 3,46% em seis dias.  Segundo Carlos Alberto Postigo, operador de câmbio do Banco Paulista, o movimento está refletindo a valorização internacional do dólar. Nesta segunda-feira, a moeda norte-americana chegou a bater o maior nível em quase seis meses frente ao euro, com o temor de que a crise de crédito norte-americana pode se espalhar e afetar o crescimento dos mercados europeu e asiático. "É o dólar subindo forte frente a diversas moedas, a valorização do dólar frente às demais moedas que influencia o real", disse Postigo.  A recuperação da divisa norte-americana na semana passada, que derrubou os preços de commodities cotadas em dólar, levou alguns investidores estrangeiros a dizer que o processo de desvalorização global do dólar pode ter chegado ao fim.  Reginaldo Galhardo, gerente de câmbio da Treviso Corretora de Câmbio, ressalta que no Brasil esse recuo dos preços das matérias-primas está sendo refletido nas recentes baixas da Bovespa.  A Bovespa perdia mais 3% no final da tarde desta segunda-feira, desanimada principalmente pelas ações da Vale e da Petrobras. O índice Reuters-Jefferies de commodities recuava 0,81%, enquanto o petróleo fechou em queda de US$ 0,70, a US$ 114,50 por barril.  "Com essa aversão ao risco neste momento, o pessoal está saindo do País. (Os estrangeiros) estavam vendidos na BM&F e agora estão zerando (posições)", afirmou o gerente de câmbio.  De acordo com dados da Bolsa de Mercadorias & Futuros, o estrangeiros se desfizeram de posições vendidos equivalentes a mais de 8 bilhões de dólares desde 30 de julho. Na última sexta-feira, últimos dados disponíveis no site da BM&F, os estrangeiros já apresentavam posição líquida comprada (que apostam na alta do dólar) em mais de US$ 2 bilhões.Na parte da manhã, o Banco Central realizou um leilão de compra de dólares no mercado à vista e definiu taxa de corte a R$ 1,6113.

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