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Dólar supera R$ 2 e Bolsa cai 3,19%

Dúvida sobre extensão da crise externa também derruba ações na Ásia, Europa e EUA; juro e risco Brasil sobem

Silvana Rocha, Claudia Violante e Denise Abarca, O Estadao de S.Paulo

07 de agosto de 2016 | 00h00

As incertezas sobre por quanto tempo a crise no setor imobiliário dos EUA continuará afetando o crédito e qual será o impacto que terá na economia voltaram a dar fôlego, ontem, à turbulência no mercado global. O Banco Central norte-americano atuou, mas não dissipou o nervosismo. As Bolsas caíram na Ásia, Europa, Estados Unidos e Brasil. A Bovespa fechou abaixo dos 50 mil pontos, em queda de 3,19%, aos 49.285,3 pontos - menor patamar desde 2 de maio. O giro da Bolsa foi recorde, de R$ 18,388 bilhões, por causa da rolagem de índice futuro. O dólar à vista encerrou no maior preço desde 4 de maio, a R$ 2,030 na BM&F (+2,27%) e a R$ 2,031 (+2,32%) no balcão. No mês, a moeda já subiu, nesta ordem, 7,86% e 7,92%. O juro de janeiro 2010 saltou a 11,72% na sessão regular e a 11,78% no eletrônico. O risco Brasil avançou a 202 pontos-base.

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