REUTERS/Arnd Wiegman
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Dona da Louis Vuitton negocia compra da joalheria Tiffany & Co

De acordo com fontes, a Tiffany ainda não respondeu à oferta do grupo LVMH e não há informação de qual o preço exato da oferta

Redação, O Estado de S.Paulo

28 de outubro de 2019 | 16h40
Atualizado 29 de outubro de 2019 | 10h24

A LVMH, proprietária da marca Louis Vuitton, procurou a Tiffany & Co com uma proposta de aquisição, em um momento em que a joalheria norte-americana enfrenta dificuldades com as tarifas sobre suas exportações para a China. As informações foram divulgadas pela Reuters de acordo com fontes ligadas às companhias.

 

 

Há anos em busca por maneiras de expandir sua posição no mercado dos Estados Unidos, a LVMH fez uma oferta preliminar e não vinculante pela Tiffany no início de outubro. A Tiffany contratou consultorias para examinar a oferta da LVMH, mas ainda não deu uma resposta, e não está certo que estaria disposta a negociar, acrescentou uma das fontes.

Não foi possível saber o preço exato da oferta da LVMH para comprar a Tiffany, que tem um valor de mercado de US$ 11,9 bilhões. A LVMH não quis comentar, enquanto a Tiffany não respondeu até a publicação os pedidos de comentário. 

Dona de marcas como Fendi, Christian Dior e Givenchy, bem como da marca de champanhe Veuve Cliquot, a LVMH tem se destacado há muitos anos como uma das mais bem-sucedidas do setor de consumo de alto padrão, no qual nem todas as empresas têm conseguido se beneficiar no mesmo patamar do crescente apetite dos chineses por produtos de marca.

A Tiffany, por outro lado, não tem sido tão resiliente. Além das tarifas que têm sido impostas na guerra comercial entre os EUA e a China, um imposto menor sobre o consumo interno chinês também contribuiu para uma queda de dois dígitos nas vendas para turistas chineses nos EUA e em outros destinos. /Reuters

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