Dono do Caoa teria interesse em comprar o BVA

Além do setor de carros, o dono do Grupo Caoa, Carlos Alberto de Oliveira Andrade, tem participação minoritária no banco BVA, que sofreu intervenção do Banco Central em 19 de outubro. No fim de 2011, ele converteu parte do dinheiro que detinha em ações. Ficou com 17% dos papéis preferenciais, o equivalente a 8% do capital total. Além disso, fontes a par do assunto afirmam que ele tinha cerca de R$ 600 milhões depositados no BVA quando o BC interveio. Por isso, seria o principal interessado na compra do banco. Diferentemente do Cruzeiro do Sul, o BVA não foi liquidado. Um técnico do BC foi nomeado interventor e tem 60 dias para fazer uma radiografia.

O Estado de S.Paulo

29 de novembro de 2012 | 02h04

Se ficar configurado que o problema não era de solvência, mas de liquidez, há possibilidade de a intervenção acabar e o banco passar para outro dono. É aí que entraria Andrade. Para evitar a perda dos R$ 600 milhões, ele assumiria o comando para mantê-lo em funcionamento. Suas conversas com os antigos controladores do BVA e as autoridades já começaram. / LEANDRO MODÉ

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.