Dos bancos para a sala de aula

Foi no Credit Suisse que os empreendedores Claudio Sassaki, de 40 anos, e Eduardo Bontempo, de 30, se conheceram. Lá, como executivos do banco de investimento, eles ajudavam empresas a captar dinheiro e assessoravam fusões e aquisições. Na época, o segmento de educação privada já estava entrando em ebulição. A ideia que originou a Geekie, empresa focada em "ensino adaptativo", surgiu no Massachusetts Institute of Technology (MIT), onde Bontempo fazia MBA e teve contato, pela primeira vez, com o tema.

O Estado de S.Paulo

07 de abril de 2014 | 02h06

Depois de muitas videoconferências madrugada adentro, Bontempo largou o MBA pela metade e Sassaki se demitiu.

A proposta da Geekie é fazer com que o conteúdo se adapte ao aluno, e não o contrário. A empresa desenvolveu, por exemplo, simulados para o Enem em que os estudantes conseguem, a partir do resultado, descobrir com precisão suas deficiências.

A empresa ganha dinheiro vendendo as ferramentas para as instituições de ensino - hoje são 250 clientes. A plataforma já foi usada por 2 milhões de alunos, em 20 mil escolas.

A Geekie recebeu investimento de Jorge Paulo Lemann, da AB InBev, e da família Gradin.

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