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Duas décadas de tensões

As relações entre o Brasil e o Fundo Monetário Internacional (FMI) se estreitaram no início dos anos 80, a chamada década perdida. O segundo choque do petróleo, em 1979, restringiu as linhas de financiamento no mundo e restou ao Brasil recorrer aos empréstimos da instituição. Nos dois anos que se iniciaram em janeiro de 1983, o Brasil enviou sete cartas de intenção ao FMI - e descumpriu todas. O Fundo sempre exigiu uma série de ajustes que o País teve enorme dificuldades para concretizar. Paralelamente, o governo não conseguiu saldar os empréstimos, o que exigiu reestruturações da dívida. No final dos anos 80, passou a fazer moratórias. As renegociações da dívida entraram pelos anos 90. O Brasil só quitou a dívida com o Fundo em 2005 e finalmente se livrou da necessidade de seguir a cartilha da instituição. Em 2009, o País foi convocado a aumentar a sua participação no FMI, passando a credor do organismo.

O Estado de S.Paulo

16 de março de 2014 | 02h08

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