É preciso zelar por câmbio menos apreciado, diz Coutinho

A redução da taxa básica de juros (Selic) e a taxa de câmbio menos apreciada ajudam a criar a base sustentável para o crescimento da economia brasileira, afirmou nesta quarta-feira o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho. Para ele, é preciso "zelar" pelo câmbio menos apreciado.

GLAUBER GONÇALVES, COM VINICIUS NEDER, Agencia Estado

19 de setembro de 2012 | 11h22

"Tornou-se uma compreensão generalizada da relevância de ter um câmbio razoável para o crescimento produtivo", disse Coutinho, em discurso na cerimônia de abertura do Fórum Nacional, organizado pelo Instituto Nacional de Altos Estudos (Inae), nesta quarta-feira e na quinta-feira (20), no Rio de Janeiro.

Segundo Coutinho, mudanças estruturantes nos últimos anos ocorreram sobre a base da estabilidade da economia, "conquistada com muita dificuldade". Com a mudança no patamar da Selic, completou o economista, mudarão os cálculos econômicos, o que acelerará alterações importantes no sistema de crédito e transformará a poupança em crédito de longo prazo, permitindo o desenvolvimento do mercado de capitais.

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