carteira

As ações mais recomendadas para dezembro, segundo 10 corretoras

Econ cresce puxada por projetos de habitação popular

Empresa adequa todos os empreendimentos de seus terrenos para ficar dentro do limite de preço de programa federal

Especial para O Estado

13 de junho de 2017 | 22h30

Apesar da crise no setor e recessão no País, a Econ Construtora cresceu 51% em número de apartamentos lançados na capital e região metropolitana de São Paulo, segundo os registros da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp). Em 2016, foram sete lançamentos, com 13 blocos e 1.737 unidades, contra seis empreendimentos, com nove blocos e 1.149 unidades no ano anterior.

Em a área total a ser construída (149.283 m²) e no valor global de vendas (VGV) lançado (R$ 377,8 milhões), o crescimento foi de 44% e de 32,6%, respectivamente.

O carro-chefe é o Minha Casa Minha Vida (MCMV). “Adequamos todos os projetos dos nossos terrenos para enquadrar nesse programa habitacional, que tem demanda gigantesca”, afirma a diretora de incorporação da Econ, Gil Vasconcelos.

Os números da Embraesp classificaram a Econ em quinto lugar no ranking das construtoras e em sexto na lista das incorporadoras mais atuantes no mercado de São Paulo.

Estoque. No total, em 2016, “lançamos R$ 439 milhões, com 1.969 unidades”, diz Gil. Segundo ela, as vendas somaram R$ 666 milhões. “Isso significa que vendi muito estoque também.”

Gil destaca, como case de 2016, o Mixer Now, que “vendeu 100% num final de semana”. São 238 unidades, de dois dormitórios e área de 43 m², com VGV de R$ 54 milhões. Fica no Turuvi, na zona norte.

Entre os outros projetos, Gil cita o Prime, em São Mateus, na zona leste. Em terreno de 2.809 m², será construída uma torre com apartamentos de dois quartos e 40 m² de área útil.

Divisa. Na zona sul, tem o GET que fica na divisa do Jardim Botânico com Diadema. Serão duas torres residenciais e um edifício garagem. A tipologia é dois dormitórios, com ou sem terraço, cujas áreas vão de 40 até 46m². Fica na Avenida Curió, 700, no bairro do Campanário. É o mesmo endereço do LUV , futuro lançamento da Econ no mesmo terreno, que tem 8.374m².

Trata-se do primeiro imóvel das pessoas. “Elas compram porque precisam”, diz Gil, enfatizando que este ano tem apresentado um alto volume de vendas. “Até abril, já vendemos 1.300 unidades.”

A diretora afirma que 2017 está melhor que 2016. “Trabalho com imóvel de primeira necessidade”, diz. “As pessoas procuram o programa MCMV porque tem uma taxa de juros baixa, o que viabiliza aquisição.”

Tudo o que sabemos sobre:
Minha Casa Minha Vida

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.