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Economia argentina cai em junho, pior número desde 2002

A economia argentina encolheu 0,4 por cento em junho ante mesmo período do ano passado, no pior desempenho desde novembro de 2002, informou o governo nesta sexta-feira.

REUTERS

14 de agosto de 2009 | 18h49

O dado, que refletiu o impacto da crise global e de problemas domésticos, veio levemente abaixo da previsão média de analistas, de uma contração de 0,6 por cento para o indicador mensal da atividade econômica (Emae, na sigla em espanhol) --índice que antecipa o comportamento trimestral do Produto Interno Bruto (PIB).

O indicador mostrou uma retração de 0,8 por cento na comparação com maio e acumulou uma alta de 1,1 por cento nos primeiros seis meses de 2009.

A medição dos últimos doze meses mostra um avanço de 3,3 por cento.

O Emae anualizado de maio foi corrigido para uma queda de 0,3 por cento, ante o dado de estabilidade informado no mês passado, e com isso marcou a primeira baixa do índice em 77 meses.

A Argentina encerrou em 2008 um ciclo de expansão de seis anos consecutivos --entre altas de 6,8 por cento e 9,2 por cento--, e começou a dar sinais claros de desaceleração, o que levou a maioria dos economistas a prever uma recessão para 2009.

O governo manteve a previsão de crescimento de 4 por cento para o ano estabelecida na lei orçamentária.

(Reportagem de Damián Wroclavsky)

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