Economia com horário de verão fica abaixo do esperado

O horário de verão termina à meia-noite do próximo sábado, quando os relógios deverão ser atrasados em uma hora nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste e no Estado de Tocantins. A economia de energia com o horário de verão deverá ficar um pouco abaixo da esperada pelo governo. A expectativa inicial era de economizar 0,9% de energia nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Dados preliminares do Ministério de Minas e Energia, no entanto, apontam para uma economia de 0,7%, o que representa uma redução de 200 MW médios no consumo, o suficiente para abastecer por um mês uma cidade como Joinville, em Santa Catarina. No Nordeste, a redução no consumo também deverá ser inferior ao índice esperado pelo governo. A previsão inicial era de uma economia de 0,7%, mas a queda no consumo deverá ficar em 0,6%, equivalente a 28 MW médios, o bastante para abastecer por um mês uma cidade do tamanho de Ilhéus, na Bahia. Esta edição do horário de verão começou no dia 14 de outubro do ano passado e teve duração de 126 dias. A expectativa inicial de redução na demanda no horário de pico, entre 18h e 21h, era 3% nas quatro regiões. Neste caso, no entanto, a economia deverá ser superior. De acordo como dados do ministério, a economia poderá chegar a 4,5% no Sul, Sudeste e Centro-Oeste, o que representa 1.548 MWh/h, e a 4,1% no Nordeste, equivalente a 239 MWh/h. Na última vez em que o horário de verão foi adotado (2000-2001), a queda do consumo na hora de pico foi de 4,4%. Esta é a 28ª vez que o horário de verão foi implantado no País. A primeira foi em 1931.

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