Economia do País crescerá muito em 2010, diz Lula

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ter "certeza absoluta" de que a economia do Brasil crescerá muito e que a inflação continuará baixa em 2010, com as medidas anunciadas pela equipe econômica. "Agora, nós estamos numa situação mais confortável. A economia já está crescendo de forma razoável. O que nós anunciamos foram medidas para garantir que a economia cresça muito forte em 2010", afirmou no programa semanal de rádio "Café com o Presidente", que foi hoje ao ar.

AE, Agencia Estado

14 de dezembro de 2009 | 08h54

Entre os anúncios da administração federal, Lula citou os R$ 80 bilhões de crédito para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a prorrogação, para 30 de junho, das desonerações que venceriam em dezembro, de todas as linhas, a desoneração para computadores até 2014 e a permissão para que o sistema financeiro privado faça financiamento de longo prazo. "Essas medidas, elas têm, eu diria, endereço certo: a certeza absoluta que o governo trabalha, que a economia brasileira vai crescer muito em 2010, que a gente vai continuar com a inflação baixa e que o Brasil vai gerar a riqueza que o povo brasileiro tanto espera que o Brasil gere para poder melhorar a vida do povo brasileiro", afirmou.

Lula disse ainda que o País pode esperar que a economia cresça de forma sustentável. O presidente mencionou que o BNDES, em 2004, emprestou R$ 40 bilhões, e terminará 2009 tendo liberado cerca de R$ 130 bilhões. "É uma quantia extraordinária", disse. De acordo com o presidente, isso significa que a agricultura, a indústria e o comércio crescerão, porque haverá mais dinheiro para financiamentos e mais crédito para a população.

Lula enalteceu ainda a medida do BNDES de estender a linha de crédito para máquinas e equipamentos (bens de capital) a caminhões e ônibus. O presidente afirmou que o Poder Executivo abrirá essa linha também para as Américas do Sul e Latina e para a África. Isso permitirá, segundo ele, que as indústrias brasileiras sejam mais competitivas no mercado internacional. "Afinal de contas, nós temos muitas máquinas chinesas entrando no mercado, muitas máquinas de outros países. E o Brasil tem condições de competir e nós vamos competir", declarou. "A gente vai continuar crescendo, porque o Brasil vai se transformar numa grande economia."

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