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Economia dos EUA anima e dólar tem maior queda em 3 meses

Moeda norte-americana caiu 1,37%, para 1,731 real, impulsionada pelo dado positivo do PIB norte-americano

Reuters,

29 de outubro de 2009 | 17h31

O fim da maior recessão em 70 anos nos Estados Unidos estimulou os investidores a correr mais riscos nesta quinta-feira, 29, o que derrubou o dólar aos patamares do início da semana. A moeda norte-americana caiu 1,37%, para 1,731 real. Foi a maior queda diária em quase três meses.

 

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Após quatro dias de volatilidade, o dólar ainda acumula alta de 0,99% na semana, mas já se distanciou do nível de R$ 1,75 registrado na véspera.

 

Indicador mais aguardado da semana, o Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA superou as expectativas e cresceu 3,5% entre julho e setembro, segundo taxa anualizada, após ter registrado contração de 0,7% no trimestre anterior.

 

O resultado ainda será confirmado por duas revisões, mas foi a senha para a disparada das bolsas de valores e a valorização de moedas emergentes em relação ao dólar.

 

O principal índice da Bovespa, que desabou 4,75% na quarta-feira, subia mais de 6 % no final desta tarde. No exterior, o índice do dólar em relação às principais moedas caía 0,7% e a cesta Reuters-Jefferies de commodities tinha alta de 2,1%. Nesta sessão, a gangorra pendeu para os investidores com posições vendidas na moeda norte-americana.

 

Nos mercados futuros de dólar e cupom cambial, os bancos são os principais agentes nessa ponta, com mais de US$ 8 bilhões. No sentido inverso estão os estrangeiros, com cerca de US$ 6 bilhões em posições compradas.

 

Apesar da volatilidade dos últimos dias, a perspectiva é de que o fluxo de dólares para o país continuará.

 

"Há condições para que a economia local continue ainda com ânimo bem grande, atraindo investidores não só à Bovespa, mas (também) de longo prazo", disse o gerente de câmbio de um banco nacional, que preferiu não ser identificado.

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