Economia dos EUA cria menos empregos que o esperado em setembro

Primeiro indicador relevante após a paralisação do governo americano mostra geração de 148 mil vagas no mês passado

Agência Estado

22 de outubro de 2013 | 10h49

WASHINGTON - A economia dos EUA criou 148 mil empregos em setembro, segundo informou o Departamento do Trabalho, ficando abaixo da previsão de economistas consultados pela Dow Jones, que esperavam 180 mil novos postos de trabalho.

O salário médio subiu US$ 0,03, para US$ 24,09 por hora em setembro ante agosto, e o número médio de horas trabalhadas permaneceu em 34,5 horas.

O setor privado criou 126 mil vagas em setembro, se responsabilizando quase integralmente pelo resultado positivo do mês passado. O governo, por outro lado, criou 22 mil vagas em setembro. O setor de construção adicionou 20 mil postos de trabalho na economia no último mês, depois de seis meses de pouca alteração. A indústria varejista criou 20,8 mil empregos, principalmente em lojas de alimentos e de bebidas.

Esse é o primeiro indicador de grande relevância para o mercado divulgado desde o fim da paralisação parcial do governo federal. O relatório foi divulgado com um atraso de duas semanas, mas os números da pesquisa foram coletados antes da paralisação.

Enquanto isso, a criação de vagas em agosto foi revisada para 193 mil, da leitura inicial de +169 mil, enquanto o número para julho foi revisto para a abertura de 89 mil postos de trabalho, de 104 mil na primeira leitura.

Já a taxa de desemprego nos EUA diminuiu levemente para 7,2% em setembro, de 7,3% em agosto. O resultado foi melhor do que a previsão dos economistas consultados pela Dow Jones Newswires, que esperavam que a taxa permanecesse em 7,3%. O dado é obtido por uma pesquisa separada daquela que calcula a quantidade de empregos criados por mês no país. Fonte: Dow Jones Newswires.

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