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Economia dos EUA é fator de "segunda ordem", diz Fraga

A recuperação mais lenta da economia dos Estados Unidos, que potencializa a aversão ao risco, é fator de "segunda ordem" para explicar a crise financeira que atormenta o Brasil nas últimas semanas. A avaliação foi feita pelo presidente do Banco Central, Armínio Fraga. De acordo com ele, este não é o melhor cenário imaginável para o País, mas a deterioração de expectativas do que parecia ser uma recuperação mais rápida e forte da economia norte-americana não justificaria a crise doméstica. Durante teleconferência promovida pela Corretora Ágora, a qual a Agência Estado participou, Fraga ponderou que deve ser retardada a expectativa de que os bancos centrais aumentem as taxas de juros, para compensar o efeito dessa recuperação mais gradual. Isso, de acordo com ele, provocará algum efeito sobre o comportamento das empresas, nas captações externas. "Olhando esse quadro lá fora e o que acontece aqui, isso é de segunda ordem", disse, ponderando que não ter preocupação maior com esses "sinais menos exuberantes" da economia dos Estados Unidos.

Agencia Estado,

25 de junho de 2002 | 13h34

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