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Economia dos EUA elimina 539 mil empregos em abril

É o menor corte em seis meses; contratações temporárias do governo norte-americano ajudaram o mercado

Cynthia Decloedt e Nathália Ferreira, Agencia Estado

08 de maio de 2009 | 09h57

A economia dos Estados Unidos eliminou 539 mil empregos em abril, no menor corte em seis meses, com a ajuda das contratações temporárias do governo norte-americano, de olho no Censo de 2010, informou hoje o Departamento de Trabalho dos EUA. Economistas esperavam corte de 610 mil postos de trabalho. O dado de março foi revisado para perda de 699 mil empregos, de um número original de 633 mil cortes.

 

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Desde que a recessão nos EUA começou, em dezembro de 2007, a economia norte-americana eliminou 5,7 milhões de empregos, sendo quase 2,7 milhões apenas nos últimos quatro meses.

Com isso, a taxa de desemprego nos EUA subiu para 8,9% em abril, a mais elevada desde setembro de 1983, segundo o Departamento do Trabalho norte-americano. Em março, a taxa de desemprego estava em 8,5%. A taxa ficou em linha ao previsto.

Setores

As contratações do governo dos Estados Unidos para o Censo de 2010 contribuíram para suavizar os cortes de postos de trabalho no país em abril. No total, o governo norte-americano acrescentou 72 mil empregos no mês passado, segundo dados divulgados hoje.

Já o setor privado eliminou 611 mil empregos no mês passado, levemente abaixo da média de corte de 700 mil dos últimos quatro meses, informou Keith Hall, comissário do Escritório de Estatísticas do Trabalho.

As indústrias produtoras de bens cortaram 270 mil empregos em abril. Dentro desse grupo, as empresas de manufaturas eliminaram 149 mil vagas de trabalho, elevando o total de perda de vagas dessa indústria desde que a recessão nos EUA começou, para 1,6 milhão.

O setor de construção eliminou 110 mil no mês passado. No setor de serviços, o emprego diminuiu em 269 mil. O comércio varejista cortou 46,7 mil postos de trabalho em abril, enquanto o emprego temporário caiu em mais de 62 mil.

Renda

A renda média por hora trabalhada aumentou apenas US$ 0,01, para US$ 18,51 em abril, o que representa uma alta de 3,2% em relação a igual período do ano passado. As informações são da Dow Jones.

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