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Fed vai na contramão de indicadores e aponta alta do PIB dos EUA

Livro Bege apontou que a atividade econômica nos EUA se expandiu no início de abril ao fim de maio, em desconexão com os dados fracos divulgados até agora sobre o segundo trimestre

O Estado de S. Paulo

03 de junho de 2015 | 15h09

O Livro Bege do Federal Reserve (o Banco Central dos Estados Unidos) apresentou uma visão levemente otimista sobre as perspectivas para a economia norte-americana. De acordo com o sumário das condições econômicas do país, que serve de referência para as decisões de política monetária, "a atividade econômica geral se expandiu durante o período do início de abril ao fim de maio". O documento mostra uma desconexão com a série de indicadores fracos publicados até agora sobre o segundo trimestre.

A economia dos EUA teve contração anualizada de 0,7% no primeiro trimestre, mas a maioria dos analistas prevê uma expansão de cerca de 2,0% neste ano.

O crescimento foi caracterizado como "moderado" nos distritos de Chicago, Richmond, Minneapolis e San Francisco; "modesto" em Nova York, Filadélfia e St. Louis; "misto" em Boston; "leve" em Cleveland e Kansas City; "estável" em Atlanta; e em leve desaceleração em Dallas. O desempenho em Dallas pode ser associado à queda nos gastos das empresas do setor de energia.

Em um sinal esperançoso para o mercado imobiliário, o Fed afirmou no Livro Bege que "a atividade residencial e comercial real, bem como a construção, melhoraram desde o último relatório".

No geral, a demanda por crédito aumentou, especialmente no distrito de Nova York.

Com relação ao mercado de trabalho, o emprego "subiu levemente" em comparação com a pesquisa anteriores, assim como os salários. Os preços "ficaram estáveis ou aumentaram, embora os manufatureiros em alguns distritos tenham citado menores preços das matérias-primas".

Os gastos com consumo cresceram em todos os distritos, com exceção de Richmond. A atividade de empréstimos também aumentou. Fonte: Dow Jones Newswires.

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