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Economia dos EUA teve leve expansão em setembro, aponta Fed

Em relatório periódico chamado Livro Bege, BC norte-americano destaca o aumento no consumo, mas vê crescimento pequeno no mercado de trabalho

Gustavo Nicoletta, da Agência Estado,

19 de outubro de 2011 | 16h39

A economia dos EUA melhorou levemente na maioria do país entre setembro e o início de outubro, impulsionada por um aumento no consumo, mas o mercado de trabalho continuou apresentando um crescimento pequeno, segundo dados do Federal Reserve.

Em seu relatório periódico - o chamado Livro Bege -, o banco central norte-americano disse que todos os seus 12 distritos apresentaram atividade econômica mais forte em comparação à pesquisa anterior. No entanto, na maioria dessas regiões, o ritmo de expansão foi classificado como "modesto" ou "leve" e os entrevistados afirmaram que a perspectiva para as empresas segue incerta ou fraca.

O consumo aumentou, puxado pelo turismo e pelas vendas de veículos, que ganharam força por causa aumento na oferta de carros resultante do fim dos problemas da indústria automotiva relacionados ao terremoto ocorrido no Japão no início do ano. As condições do mercado de trabalho, no entanto, continuaram fracas em todos as regiões avaliadas pelo Fed. Os distritos de Boston, Richmond, Atlanta e Chicago destacaram que as companhias restringiram as contratações em razão da elevada incerteza em relação ao futuro e por expectativas de diminuição no crescimento.

A atividade dos setores industrial e de transportes aumentou em relação aos níveis apontados no Livro Bege anterior. Os distritos de Cleveland, Atlanta e Chicago destacaram aumento na produção de automóveis, enquanto os de Boston, Richmond, Chicago e St. Louis citaram força no setor de autopeças.

Algumas áreas consultadas divulgaram pequenas melhoras nos segmentos de imóveis e construção, mas em geral as condições para os setores de imóveis residenciais e comerciais continuou fraca.

O custo das matérias primas, incluindo petróleo e metais industriais, diminuiu na maioria dos EUA e as pressões salariais foram consideradas "contidas". As informações são da Dow Jones.

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