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Economia global em alerta fortalece o dólar e pune as bolsas

Reduzir a exposição ao risco foi a palavra de ordem nos mercados ontem, que começaram a semana elevando o sinal de alerta para as economias da zona do euro, preocupados com mais um indicador fraco de atividade nos Estados Unidos e decepcionados até com a China, onde o índice dos gerentes de compra em maio bateu o menor nível em quase um ano. Desde sexta-feira passada, as agências de risco vêm enquadrando a classificação das notas soberanas da zona do euro e as preocupações, nos últimos meses focadas em Grécia, Portugal e Irlanda, agora se estendem à Itália e Bélgica. A Espanha também está no olho do furacão, após ser confirmada a derrota do governo nas urnas nas eleições regionais realizadas no domingo.

Márcio Rodrigues, O Estado de S.Paulo

24 de maio de 2011 | 00h00

A busca por proteção fortaleceu o dólar em relação ao euro, o franco suíço e o real. No mercado local, a moeda norte-americana avançou 0,99%, a R$ 1,6310.

As bolsas naufragaram na Europa e nos EUA. A Bovespa não ficou imune, mas caiu em menor proporção que suas pares graças à força do suporte nos 62 mil pontos. Com o menor giro financeiro de maio (R$ 4,2 bilhões), a Bolsa brasileira recuou 0,40%, aos 62.345,18 pontos, enquanto em Nova York, o Índice S&P 500, por exemplo, cedeu 1,19%.

Os juros futuros exibiram queda comedida ontem pela manhã, o que se esvaiu à tarde e as taxas encerraram estáveis. A queda inicial foi uma reação ao quadro externo sombrio e à pesquisa Focus, do Banco Central, que mostrou declínio em medianas importantes para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

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