Coluna

Thiago de Aragão: China traça 6 estratégias para pós-covid que afetam EUA e Brasil

Economista fala em "ação desesperada do Fed"

O economista-chefe do banco Wells Fargo, Sung Won Sohn, afirmou que o Federal Reserve "está tentando, desesperadamente, evitar que a economia entre numa recessão". Ele ressaltou que "no futuro, o Fed será mais relutante em cortar as taxas de juro tão agressivamente quanto os mercados financeiros querem. Greenspan não quer encorajar mais uma bolha especulativa no mercado de ações, que provocaria instabilidade econômica". Já o economista Ian Shepherdson, da HFE, observou que a próxima reunião do Comitê de Mercado Aberto do Fed será somente em 20 de março, "o que parece muito longe; nós esperamos um novo corte entre reuniões, depois do depoimento do sr. Greenspan no Congresso sobre as condições da economia, em 13 de fevereiro". O economista Anthony Karydakis, do Banc One, disse que as palavras-chaves do comunidado do Fed foram "rápida" e "firme" (o texto diz que as circunstâncias pediam "uma reação rápida e firme da política monetária"). Segundo Karydakis, isso "abre a porta" para novos afrouxamentos da política monetária e até para um novo corte das taxas de juro fora das reuniões regulares do Fomc. As informações são da Dow Jones.

Agencia Estado,

31 de janeiro de 2001 | 18h45

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.