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Economistas veem aumento de contratação nos Estados Unidos

Número de companhias que contratará trabalhadores é maior que o das que reduzirão seu pessoal, diz Nabe

Efe,

26 de outubro de 2009 | 14h47

Pela primeira vez desde o início da recessão nos Estados Unidos, em dezembro de 2007, o número de companhias que contratará trabalhadores é maior que o das que reduzirão seu pessoal, indicou nesta segunda-feira, 26, a Associação Nacional de Economia Empresarial (NABE, na sigla em inglês).

 

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A NABE divulgou os resultados de sua enquete que indicam, além disso, que as empresas planejam aumentar seu investimento no futuro próximo, outro indício da reativação econômica. "A enquete de indústrias proporciona novas provas de que estamos no caminho rumo a uma recuperação econômica", disse William Strauss, economista do Federal Reserve de Chicago, em comunicado.

 

"A demanda das indústrias aumentou pela primeira vez em cinco trimestres e todos os membros da junta esperam um crescimento no próximo ano", acrescentou. "Apesar de os custos dos bens empregados na produção terem aumentado, também subiram os preços, o que permite uma melhora dos lucros", disse.

 

Strauss acrescentou que "as perdas de emprego se moderaram e que o panorama da contratação de trabalhadores nos próximos seis meses melhorou". "A despesa de capital teve um saldo positivo pela primeira vez em um ano", disse o funcionário, que acrescentou que "a melhora das condições do crédito pode ser parte da explicação, já que muitos dos empresários que responderam à enquete assinalam que, apesar de o crédito continuar sendo difícil, não é tanto quanto em meses atrás".

 

A enquete, realizada com 78 membros da NABE, mostrou que, durante o terceiro trimestre do ano, mais companhias aumentaram suas despesas de capital que as cortaram. Isto ocorreu pela primeira vez desde outubro de 2008.

 

A NABE aponta que "as perdas de emprego parecem estar reduzindo-se lentamente" e a proporção de empresas que reduziram seu pessoal caiu de 36% no segundo trimestre para 31% no terceiro.

 

A proporção de companhias que contrataram mais funcionários passou de 6% em setembro para 12% em outubro. De acordo com os números do Governo, o índice de desemprego nos Estados Unidos é de 9,8%, o mais alto em 26 anos.

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