Educação deve pressionar inflação nos próximos meses

O setor de educação será um dos principais itens a influenciar a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Segundo o coordenador do índice, André Braz, "reajustes de mensalidades escolares e mesmo de transporte escolar devem contaminar o índice". Ele acredita que "os setores de habitação e o de transportes devem começar a perder força na composição do indicador".O IPC-S acumulou em 2004 alta de 6,3%. O setor de transportes teve a maior alta (9,18%), principalmente por causa da gasolina (13,18%) e álcool (40,97%). No acumulado do ano, alimentação ficou com alta de 5,82%, habitação, com 5,78%, vestuário, 5,75%, saúde, 5,55%, educação 6,62%, e despesas diversas, 7,2%. Das 12 capitais pesquisadas, Goiânia registrou a maior alta em 2004, com 8,61%, seguida por Belo Horizonte, com alta de 8,41%. A capital que registrou o menor índice foi Belém, com 5,34%. São Paulo fechou 2004 com alta de 5,85%, abaixo da média nacional, que foi de 6,3%. O Rio de Janeiro teve praticamente o mesmo índice da média nacional, 6,29%.

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