Egito descarta empréstimo no FMI ou Banco Mundial

Déficit de 2011/12 do país foi revisado de 11% a 8,6% do Produto Interno Bruto (PIB)

Reuters,

25 de junho de 2011 | 11h47

O Egito não vai precisar tomar empréstimos do Banco Mundial ou do Fundo Monetário Internacional (FMI) após revisar seu orçamento e reduzir a previsão de déficit, embora um financiamento já tenha sido negociado, disse o ministro das Finanças, Samir Radwan, neste sábado, 25.

O déficit de 2011/12 foi revisado de 11% a 8,6% do Produto Interno Bruto (PIB), disse o ministro à Reuters.

"Então não precisamos nesse momento ir ao Banco ou ao Fundo", afirmou Radwan. Ele acrescentou que o Egito, que tomou empréstimos do FMI durante o governo de Hosni Mubarak, ainda tem "as melhores relações" com as duas instituições.

Apesar das revisões orçamentárias, o governo afirmou que ainda espera um crescimento de 3% a 3,5%, em linha com as previsões anteriores, que alguns economistas dizem ser otimistas.

O Egito havia acertado neste mês uma linha de crédito de US$ 3 bilhões por 12 meses com o FMI.

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