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Eleição na Argentina será discutida após acordo com FMI

O calendário eleitoral na Argentina será discutido somente após a conclusão da negociação do governo com o Fundo Monetário Internacional, embora as ambições presidenciais de vários governadores peronistas sejam altas. A maioria dos governadores, exceto Néstor Kirchner (Santa Cruz), está consciente que uma movimentação agora para antecipar as eleições esvaziaria o poder do governo o que, por sua vez, afastaria o FMI e demais organismos internacionais devido à instabilidade política. Portanto, os governadores presidenciáveis, Carlos Reutemann (Santa Fé), José Manuel de la Sota, e Juan Carlos Romero, estão seguindo a data prevista pelo ministro Roberto Lavagna para que o acordo com o FMI esteja firmado, ao fim de junho.A partir daí, abriria-se o debate sobe a data da eleição que seria até o final deste ano ou, no máximo, até março de 2003. Dentre os justicialistas que pedem a antecipação estão, além de Kirchner, os menemistas e seu líder, o ex-presidente Carlos Menem, e o ex-presidente de apenas uma semana, Adolfo Rodríguez Saá.Leia o especial

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