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Eletricitários da Cesp e da Emae param por 24 horas

Os eletricitários da Cesp e da Emae estão realizando hoje uma paralisação de 24 horas em protesto pelo não pagamento de uma parcela do Plano de Remuneração de Resultados (PRR), vencida em 30 de julho, de acordo com informações do Sindicato dos Eletricitários de São Paulo (STIEESP). Segundo o presidente do sindicato, Antônio Carlos dos Reis, o "Salim", a greve não afetará as operações das usinas das duas geradoras."Na Cesp, a paralisação se limita à área administrativa, já que as usinas estão fora de nossa jurisdição", disse ele. "E mantivemos o pessoal mínimo necessário para o funcionamento da hidrelétrica de Henry Borden e da termelétrica de Piratininga". Nas duas empresas, segundo ele, foram mantidos trabalhando 30% dos funcionários, conforme exige a legislação.Segundo Salim, os trabalhadores das duas empresas têm direito, por conta do acordo coletivo, ao recebimento de uma folha de pagamento adicional por conta do PRR, um plano de participação nos resultados das duas estatais paulistas. Houve um adiantamento do PPR em setembro de 2003 e o pagamento de uma parcela em abril desse ano, restando uma última parcela, referente a 10% do montante total, que deveria sem pago no final de julho, disse o sindicalista.Salim acrescentou que, em uma reunião de conciliação realizada ontem no Tribunal Regional de Trabalho da Segunda Região, as duas partes não chegaram a um acordo sobre o pagamento do bônus. A assessoria de imprensa do tribunal informou que as duas companhias não aceitaram a sua proposta de conciliação.O STIEESP, segundo o tribunal, aceitou parcialmente a proposta, o que incluiu a declaração de não abusividade da greve, pagamento dos dias parados, estabilidade de 60 dias, pagamento da última parcela do PPR em 48 horas e multa processual diária de 5%. O sindicalista acrescentou que o STIEESP não cumpriu a exigência do tribunal de manter um quadro mínimo de 80% dos funcionários trabalhando.

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