Wilton Junior / Estadão
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Eletrobrás inicia plano de demissão com meta de desligar 1.681 funcionários até dezembro

Programa é resultado de acordo com representantes sindicais mediado pelo TST e vale também para as subsidiárias da estatal, como Eletronorte e Furnas

Renato Carvalho, O Estado de S.Paulo

11 de outubro de 2019 | 10h05

A Eletrobrás inicia nesta sexta-feira, 11, seu segundo plano de demissão consensual deste ano. O processo tem implementação simultânea na holding e em suas subsidiárias, como Chesf, Eletronuclear, Eletronorte, Eletrosul, Furnas e Amazonas GT.

A meta da estatal é conseguir o desligamento de 1.681 empregados até o dia 31 de dezembro. No acordo com representantes sindicais, que foi mediado pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), a Eletrobrás se comprometeu a oferecer um programa de desligamento para que seu quadro de funcionários tenha 12.500 empregados a partir de janeiro de 2020, e 12.088 efetivos em maio do próximo ano.

Depois dessas datas, a empresa fica autorizada a realizar as demissões necessárias para atingir esses números.

Segundo a Eletrobrás, a economia estimada neste novo programa de R$ 510 milhões por ano, a um custo de cerca de R$ 548 milhões.

O ministro de Minas e EnergiaBento Albuquerque, afirmou nesta quinta-feira, 10, que irá enviar ao Congresso o projeto de lei de venda da Eletrobrás ainda neste mês. Segundo ele, o governo tem conversado com as lideranças da Câmara e do Senado e recebeu comentários e contribuições.

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