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Eletrobrás lança plano de aposentadoria incentivada

O programa está sendo implementado simultaneamente na holding e nas empresas Eletrobras CGTEE, Cepel, Chesf, Eletronuclear, Eletronorte, Eletropar, Eletrosul e Furnas

Fátima Laranjeira, Impresso

23 de maio de 2017 | 05h00

A Eletrobrás deu ontem mais um passo no seu processo de reestruturação. A estatal, que é uma das maiores empresas de energia elétrica da América Latina, lançou ontem um Plano de Aposentadoria Extraordinária (PAE).

O programa está sendo implementado simultaneamente na holding e nas empresas Eletrobras CGTEE, Cepel, Chesf, Eletronuclear, Eletronorte, Eletropar, Eletrosul e Furnas. Segundo a empresa, 4.607 empregados são considerados elegíveis ao plano. A adesão será feita em duas etapas: primeiro até o dia 30 de junho e depois vai de 10 a 31 de julho. Os desligamentos serão feitos entre junho e dezembro deste ano.

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Para aderir ao plano, o funcionário deve ter idade igual ou superior a 55 anos e com pelo menos dez anos de vínculo empregatício com a empresa no momento do desligamento. É preciso se enquadrar em uma dessas condições: aposentados pela previdência oficial; em condições de aposentadoria pela previdência oficial até a data de desligamento, de acordo com as regras atuais do INSS; e empregados reintegrados e anistiados à empresa por meio da Comissão Especial Interministerial (CEI de Anistia).

 

Objetivo. Pelos estudos feitos até agora, cerca de 35% do pessoal da estatal teria idade para se aposentar. Com o plano de aposentadoria e o Programa de Demissão Voluntária (PDV), que pode resultar no corte de 2,4 mil pessoas, a diretoria da Eletrobrás espera reduzir de 23 mil para 12 mil o número de funcionários – isso inclui a privatização das distribuidoras da empresa, que têm 6 mil funcionários.

Se conseguir implementar o plano, em 2018 a empresa teria uma economia de R$ 1,7 bilhão.

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