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Eletropaulo vê arbitrariedade da Aneel

O presidente da AES Eletropaulo, Steven Clancy, disse hoje que recebeu como "uma surpresa negativa" a definição, pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), de um índice de reajuste de 9,62% como parte do processo de revisão tarifária periódica da companhia. "Houve alguma arbitrariedade técnica e legal por parte da Aneel no processo", disse Clancy.Ele afirmou que a capacidade de investimento da empresa poderá ser comprometida com o aumento das tarifas definido pela agência para a distribuidora paulista. A empresa espera uma aumento mínimo de 15% na tarifa.Questionado se a definição do porcentual de reajuste teria sido influenciada pelas dificuldades nas negociações envolvendo a AES, controladora do grupo, e o BNDES, Clancy disse acreditar que os processos deveriam ser independentes. "Acredito que o BNDES deveria estar preocupado com esse aumento da tarifa, pois terá impacto no valor dos negócios."A AES Eletropaulo é a distribuidora que recebeu o menor porcentual de reajuste de tarifas no processo de revisão periódica. Segundo Clancy, a empresa deverá buscar, por meio de negociações, aumentar o reajuste. Ele disse que, em meados de junho, será realizada audiência pública e o índice definitivo somente será conhecido no começo de julho.

Agencia Estado,

26 de maio de 2003 | 20h16

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