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Eletros rejeita mais proteção argentina contra televisor

A Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros) rejeitou nesta sexta-feira a proposta da Associação de Fábricas Argentinas de Produtores de Eletrônica (Afarte) de que mais medidas sejam tomadas para proteger o setor contra a suposta invasão de televisores brasileiros produzidos na Zona Franca de Manaus. Para a Eletros, as medidas protecionistas argentinas são "mais um ataque descabido da indústria argentina contra os fabricantes brasileiros". O presidente da entidade, Paulo Saab, foi categórico ao afirmar: "Rejeitamos a solicitação de mais penalidades contra a exportação de tevê em cores do Brasil para a Argentina". A Afarte diz que a cobrança da alíquota de 21,5% é insuficiente porque o televisor a cores fabricado em Manaus tem subsídios e vantagens tributárias. Porém, Saab afirma que essa acusação "é inverídica" e destaca que o produto brasileiro fabricado em Manaus "não goza de qualquer subsídio ou vantagem tributária na composição de seus preços de exportação e cumpre plenamente as regras de comércio" da OMC. "Se não fosse assim, o governo argentino, mais do que a Afarte, deveria ter encaminhado esta acusação no marco legal da OMC", observa o presidente da Eletros, ao explicar que, nesse caso, a medida adequada não seria uma investigação de salvaguardas, como ocorre no momento, mas uma denúncia da concessão de subsídios por parte do governo brasileiro aos produtores locais.

Agencia Estado,

17 de dezembro de 2004 | 15h47

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