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Eliana Tranchesi deixa penitenciária, afirma SAP

Dona da Daslu deixou às 19h50 a penitenciária, de acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária

Elvis Pereira, Central de Notícias

27 de março de 2009 | 20h11

A dona da Daslu, Eliana Tranchesi, deixou às 19h50 desta sexta-feira, 27, a Penitenciária Feminina da Capital, na zona norte. A informação foi confirmada pela Secretaria de Administração Penitenciária (SAP).

 

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Pouco antes, o irmão dela, Antonio Carlos Piva de Albuquerque, diretor financeiro da Daslu, e Celso de Lima, dono da importadora Multimport, saíram do Centro de Detenção Provisória (CDP) III de Pinheiros, na zona oeste. A prisão deles foi revogada, à tarde, pelo ministro Og Fernandes, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). O desembargador federal Luiz Stefanini, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, também mandou soltar a empresária.

 

A empresária de 53 anos teve dois habeas corpus concedidos nesta sexta-feira, 27, um no Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília, e no Tribunal Regional Federal da 3ª Região, em São Paulo. As duas instâncias mandaram libertá-la imediatamente. Ela tinha sido presa nesta quinta em São Paulo, após a juíza da 2ª Vara Criminal de Guarulhos condená-la a um total de 94 anos de prisão, por crime de sonegação fiscal e contrabando.

 

Eliana foi detida em sua casa, na zona sul da capital, e levada para o Presídio Feminino do Carandiru, na zona norte. A empresária ficou este período na enfermaria, pois passou por tratamento quimioterápico e radioterápico. Esta é a segunda vez que ela é presa pela PF sob acusação de sonegação fiscal. A juíza da 2º Vara Federal de Guarulhos, Maria Isabel do Prado, proferiu a sentença condenatória do Caso Daslu pelos crimes formação de quadrilha, fraude em importações e falsificação de documentos.

 

Defesa

 

A advogada Joyce Roysen, que defende Eliana, considerou a concessão do habeas-corpus à empresária "uma decisão técnica e justa". "A decisão se baseou na inconstitucionalidade da prisão de Eliana e nada tem a ver com o estado de saúde dela", afirmou a advogada, em nota. Segundo ela, o próximo passo é "entrar com todos os recursos cabíveis contra uma condenação absurda."

 

(Matéria atualizada às 20h45)

 

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