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Em carta a ministros, Amcham se diz preocupada com a greve

O presidente do conselho da Câmara Americana de Comércio (Amcham), Sérgio Haberfeld, enviou documento a sete ministros do governo Luiz Inácio Lula da Silva, entre eles Antonio Palocci (Fazenda) e Luiz Fernando Furlan (Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior), na qual demonstra preocupação com as conseqüências das paralisações dos servidores públicos. No texto, o presidente do conselho da entidade ressalta que os processos de globalização da produção, internacionalização econômica e de negociações comerciais conferem caráter eminentemente estratégico à Receita Federal, ao Ministério da Agricultura e aos órgãos correlatos, cujas funções consistem basicamente em administrar o fluxo externo de mercadoria e de pessoas. "Assim, o funcionamento desses órgãos afeta principalmente o desempenho do comércio exterior e as decisões de investimento dos operadores de mercado, nacionais e internacionais", escreve Haberfeld. E continua: "Com base nesse entendimento, a comunidade de negócios encara com extrema preocupação o quadro atual das operações aduaneiras no País." Auditores fiscaisA Amcham solicita ainda à União que se encontre com urgência uma solução para a questão dos auditores fiscais, que ameaçam entrar em greve na próxima terça-feira caso o governo não atenda às reivindicações da categoria, segundo informou o vice-presidente do Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal (Unafisco), Marcello Escobar.As negociações dos 7,5 mil auditores fiscais ativos com a União estão em curso desde o último dia 31, quando o governo pediu prazo de dez dias para apresentar contraproposta aos auditores da Receita Federal. Os servidores aguardam até segunda-feira um posicionamento do governo . "Se não houver avanço, a greve começa na terça", disse Escobar. A principal reivindicação dos auditores fiscais da Receita Federal é a equiparação salarial com os procuradores do Ministério Público Federal (MPF). Segundo o vice-presidente do Unafisco, o reajuste varia de acordo com as faixas nas quais os auditores se encontram. Em média, o reajuste pleiteado é de 40%.O vice-presidente do Unafisco observa que o principal entrave na negociação com o governo é a não extensão do reajuste aos 7 mil auditores-fiscais inativos. "Não vamos aceitar isso. Na Reforma da Previdência o direito adquirido foi garantido. Não podemos admitir que agora não seja cumprido isso", disse Escobar.

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