Covid-19

Bill Gates tem um plano para levar a cura do coronavírus ao mundo todo

Em defesa do ''migalhésimo''

Simplicidade atrai investidores

Ana Paula Lacerda, SÃO PAULO, O Estadao de S.Paulo

18 de março de 2009 | 00h00

A consultora de beleza Mariana Marcello tem poupança há 15 anos. "No início, era dinheiro de um bico ou outro. Hoje deposito sempre que recebo o salário." A opção pela poupança, no passado, foi porque as quantias eram pequenas. "Quando comecei a pensar se valeria a pena mudar, a Selic já estava baixa e a rentabilidade dos outros investimentos já estava próxima da poupança."Mariana poupa para dar entrada em um apartamento. "Se o governo mudar o rendimento da poupança, coloco tudo na ponta do lápis e decido." Ela, porém, não gostou da possibilidade de mudança. O engenheiro Rubens Antonini começou recentemente a poupar. "Tinha uma poupança há 4 anos, com a conta corrente. O dinheiro caía e logo saía."A preocupação de poupar veio com a criação de uma empresa própria. "Eu precisava ter algum investimento." Mas, com o mercado turbulento, nenhum parecia atraente. "A bolsa está instável, o ouro não vale a pena em pequenas quantidades, os fundos rendem quase o mesmo que a poupança. Melhor poupar e depois investir na empresa, que gera renda e trabalho."Segundo ele, mesmo para quem entende de economia, escolher um investimento é complexo. "Acho errado o governo diminuir o rendimento da única opção simples e acessível a todos. Mas é melhor ganhar um ?migalhésimo? que nada."

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