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Em dia morno, dólar oscila pouco e cai para R$ 1,718

Sem grandes oscilações na sessão e redução no volume de negócios, o dólar fechou em queda de 0,23%, a R$ 1,7180. Pautou-se pelo ambiente interno, onde fluxo positivo por causa da capitalização da Petrobrás e cautela com o poder de compra de dólares pelo Fundo Soberano do Brasil (FSB), combinados, mantiveram a moeda dos EUA em desvalorização. Já no exterior, o dólar recuperou-se ante o euro, depois de dois dias de baixas - os motivos foram números ruins sobre a economia da zona do euro, preocupações com a Irlanda e aumento dos pedidos de auxílio-desemprego nos EUA. Aqui, o mercado continua aguardando detalhamento sobre a atuação do FSB no câmbio via BC. No início da noite de ontem, o diretor de Política Monetária do Banco Central, Aldo Luiz Mendes, anunciou mudanças no critério de cálculo da Ptax, a média das cotações de compra das taxas de câmbio no mercado interbancário ao longo do dia. De acordo com os analistas, a mudança vai ajudar a reduzir a especulação com a moeda norte-americana.

Cenário: Rosangela Dolis, O Estado de S.Paulo

24 de setembro de 2010 | 00h00

A escalada da Bovespa, que operava acima de 69 mil pontos até o meio da tarde sustentada pelos ganhos firmes de Petrobrás, foi abalada pela piora das bolsas nos EUA, reduzindo sensivelmente o avanço para 0,69%, aos 68.794,32 pontos. As ações da estatal, que chegaram a subir mais de 5% no intraday, também reduziram o ímpeto, mas ainda assim a PN teve alta de 3,16%. Juntas, as ações da Petrobrás responderam por 20,7% do giro financeiro da Bolsa, que somou R$ 9,1 bilhões.

Os juros recuaram atentos ao exterior e aos leilões do Tesouro. A taxa do contrato do DI 2012 caiu a 11,53%, ante 11,56% ontem.

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