Em Guarulhos, despanchantes dormem na fila

O Terminal de Carga do Aeroporto de Guarulhos está no limite da capacidade de armazenamento. Segundo nota enviada pela Infraero à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), as câmaras frigoríficas - onde são armazenados remédios e produtos perecíveis - estão saturadas e não conseguirão receber novos produtos.

O Estado de S.Paulo

04 de agosto de 2012 | 03h09

O presidente do Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de São Paulo (Sindasp), Valdir Santos, destaca que a situação está cada vez mais complicada. Até agora são cerca de mil processos de importação à espera de liberação da Anvisa. Para conseguir o sinal verde da agência, os despachantes estão sendo obrigados a pernoitar na fila para conseguir ser atendido. Como a quantidade de processos por profissional é grande, o tempo de atendimento (9 às 12 horas) não supre a demanda. Ontem, depois de muita reclamação, o horário foi estendido para até 17 horas, disse o vice-presidente do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos, Nelson Mussolini. No ritmo atual, diz ele, o abastecimento de alguns produtos, como morfina, poderá ficar comprometido. /RENÉE PEREIRA

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