André Dusek|Estadão
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Ministro das Cidades garante a continuidade do Minha Casa

Araújo afirmou em nota que tem compromisso com o programa, mas que está sendo 'cauteloso' para avaliar a meta que o governo de Temer irá estipular

Murilo Rodrigues Alves, O Estado de S.Paulo

20 de maio de 2016 | 11h59

BRASÍLIA - O ministro das Cidades, Bruno Araújo, afirmou, em nota, que tem compromisso com a continuidade do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV), mas que está sendo "cauteloso" para avaliar a meta que o governo do presidente em exercício Michel Temer estipulará na terceira do programa.

"Estamos em um momento de transição, em hipótese alguma neste momento falaríamos em uma suspensão do programa Minha Casa, Minha Vida. O que estamos fazendo é sendo cautelosos, avaliando o que nos permite prometer para que não possam ocorrer falsas esperanças, iremos trabalhar arduamente para que possamos fazer o melhor para a população brasileira", disse o ministro.

Edição do Estado desta sexta-feira publicou entrevista com o ministro na qual ele não se compromete com a meta de contratar 2 milhões de moradias do MCMV até o fim de 2018. Essa era a meta da presidente afastada Dilma Rousseff. Ao Estado, Araújo afirmou que a terceira etapa do programa está submetida a um processo de "aprimoramento". Estimou em 40 dias o tempo necessário para fazer umraio-X da principal vitrine do ministério e de outros programas nas áreas de mobilidade e saneamento. Durante esse período, novas contratações não serão feitas.

Na nota, o ministro disse que garante a continuidade do Minha Casa e que os programas sociais são prioridade do governo Temer. Ele voltou a dizer que o programa passará por um "aprimoramento" e que, se a economia permitir, haverá ampliação.

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