Coluna

Thiago de Aragão: China traça 6 estratégias para pós-covid que afetam EUA e Brasil

Em janeiro, foram criadas 152 mil vagas

O mercado de trabalho já dá sinais de desaceleração, as medidas do governo para conter a inflação devem diminuir o ritmo de atividade do País, mas mesmo assim o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, mantém a projeção de criação de 3 milhões de novos empregos com carteira assinada este ano. Em janeiro, foram gerados 152 mil de postos, já descontadas as demissões, uma diminuição de 181 mil vagas líquidas formais ante o mesmo mês de 2010.

Célia Froufe, O Estado de S.Paulo

25 de fevereiro de 2011 | 00h00

Com a nova série histórica apresentada ontem pelo Ministério do Trabalho, a distância entre os meses de janeiro de um ano para o outro é ainda maior. O governo incluiu as informações das empresas que enviaram seus dados de contratação com atraso. Isso elevou o saldo, que registrou 240 mil novos empregos em janeiro de 2010, acima dos desligamentos.

Para Lupi, o que vale é que o número divulgado ontem é o segundo melhor para o mês, perdendo apenas para o do ano anterior. O saldo de janeiro foi fruto de 1,650 milhão de profissionais admitidos contra 1,498 de desligados.

O ministro não enxerga, no entanto, a diferença de um ano para o outro como uma desaceleração e defende que janeiro de 2010 foi fortemente influenciado pela contratação de funcionários pela indústria brasileira.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.